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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Sao Jose - Octa Campeao Brasileiro!


Embu das Artes recebeu mais uma vez a grande final do Super 10. Elpídio Sgobbi, o destaque da semifinal pelo São José, desfalcou o time, e Lucas Duque acabou jogando de segundo centro, mas não alterou a dinâmica esperada do jogo. Após respeitado um minuto de silêncio em homenagem a Ange Guimerá, as equipes iniciaram a partida.

O SPAC abriu o placar logo no primeiro minuto de jogo, com penal bem cobrado de Leandro "Leco" Amaral, mas daí em diante, o São José foi o grande responsável pelas ações ofensivas da partida. Logo na sequência, os joseenses empataram com Lucas "Tanque" Duque, sem dificuldades. Os ingleses tiveram duas oportunidades para voltar à liderança, com chutes de Leco da intermediária, desperdiçados.

 O São José conseguiu avançar no seu campo de ataque, colocando Tanque em boa posição para mais um penal e ele não perdeu a chance de colocar o atual campeão na liderança, convertendo a sua segunda oportunidade.
Os joseenses seguiram melhores na partida. O SPAC não conseguiu manter sua posse de bola e abusou dos penais,  na etapa inicial, deixando o jogo um pouco parado, e eles resumiram a se defender até o fim do primeiro tempo. 

O árbitro Luís Mourão, que tem como uma de suas características penalizar as equipes quando ocorrem infrações reiteradas, optou por conversar com os jogadores ao longo da partida em pelo menos duas ocasiões. Tanque ainda errou um chute e colocou mais dois entre os postes, para fazer São José 12 a 3 sobre o SPAC. Já no final do primeiro tempo, os joseenses conseguiram um penal e optaram por jogar no lineout ao invés de tentar mais um chute com Tanque, mas não tiveram sucesso em sua investida.

No segundo tempo, a partida mudou completamente. O SPAC passou a jogar com a linha, apagada durante o primeiro tempo, e levou perigo pela primeira vez, mas ainda estava cometendo erros na saída das formações, com pouco apoio na saída dos terceiras linhas. Leco e Tanque voltaram a anotar penais, mantendo a vantagem joseense em nove pontos após dez minutos da etapa final. As equipes realizaram uma série de substituições nos forwards, mostrando o nítido desgaste nos packs, onde haviam sido travadas grande parte das disputas até o momento.

A situação do SPAC se agravou logo depois, com cartão amarelo dado a Ricardo Corá e Tanque ampliou a vantagem mais uma vez com a conversão do seu sexto penal do dia. No entanto, o SPAC voltou ao jogo no minuto seguinte, com um try de Felipe Claro "Alemão", em boa escapada por entre os centros, recebendo passe de Leco. Com a conversão de Leco, a vantagem ficou somente em cinco pontos, animando a torcida do SPAC que estava um pouco quieta até então. O São José não demorou a responder e logo marcou o seu try, com Fabinho saindo rapidamente pelo lado esquerdo maul, pegando a defesa adversária completamente desprevinida. Tanque ampliou com mais uma conversão.

No entanto, o SPAC não desanimou e seguiu buscando o resultado, já com quinze jogadores em campo, e ainda viu o pilar adversário, Duda Padilla punido com um cartão. O SPAC avançou em seu campo de ataque, trabalhando bem a posse de bola perto dos 5m. Leco, com grande visão de jogo, tirou dois jogadores da marcação e acionou Alemão novamente, que penetrou e caiu no ingoal sob forte marcação, levando o lance para o TMO, validado pelo árbitro. 

Os minutos finais viram o SPAC se lançando embusca de um try a qualquer custo, enquanto o São José se defendia. Os ingleses conseguiram levar a bola até a linha de 5m, mas não conseguiu furar o bloqueio joseense, cometendo um knockon e ncerrando a partida, para início da grande festa do São José.

A torcida joseense invadiu o campo e fez uma grande festa, levando a bandeira da equipe e fazendo um grande círculo com todos os presentes, comemorando mais um títuo, o oitavo de sua história, e o terceiro seguido.

Apesar do vice campeonato, o SPAC fez o maior pontuador do Super 10, que acabou sendo Leandro Amaral, com 104 pontos, e o tryman Felipe Claro, com 6 tries, igualando a marca de João Luís da Ros, o Ige, do Desterro.

Fonte http://www.portaldorugby.com.br/noticia/25-brasil/5699-sao-jose-e-octacampeao-brasileiro-de-rugby

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Super 10 - Semi-Final 2


São José e Pasteur se enfrentaram nesse fim de semana, pelas semifinais do Super 10, definindo o adversário do SPAC, que venceu o Desterro no dia anterior. Nos números, o São José tinha grande favoritismo, mas o Pasteur já havia contrariado as estatísticas nesse ano, com uma vitória e grandes jogos. No final, os atuais campeões se garantiram em mais uma final, rumo ao octacampeonato, repetindo o duelo da semifinal de 2011um dos melhores jogos do ano passado.

A partida começou equilibrada, com uma série de scrums para os dois lados. O Pasteur sofreu um duro baque logo no primeiro minuto. No chute inicial, o hooker Ale Buchalla, sentiu uma fisgada na perna, sendo substituido por Fabrício Kobashi. Contando com alguns erros na linha dos franceses, o São José conseguiu  avançar no seu campo de ataque, mas encontrou pela frente uma defesa muito forte, que com sucesso, forçou o erro do adversário nas suas investidas ofensivas para impedir os joseenses de pontuar, e tackleou muito bem.

Aos dez minutos, o primeiro lance de perigo do São José, em boa sequência de infiltrações com Elpídio Sgobbi pelo centro, e depois com Duda Padilla pela esquerda, que acabou caindo no ingoal e levou o lance para análise do TMO, que acabou invalidando o try. Cinco minutos depois, novo desfalque para o Pasteur. 

O segundo centro Marcos "Pixtola" Correa sofreu lesão na perna direita, após uma queda, e Guilherme Perioto entrou em seu lugar. A maré de azar do Pasteur não seguiu, e quase na metade do primeiro tempo, Maurício Draghi abriu o placar, com um belo chute de perto da linha de 10m. Cinco minutos depois, os joseenses retribuiram na mesma moeda, com Lucas "Tanque" Duque. O São José seguiu dominando as ações da partida, sempre acionando a linha, e, aproveitando a defesa adversária desarrumada, tentou uma infiltração com Elpídio, que foi barrado novamente pela defesa do Pasteur. A situação podia ter resultado em try, pois haviam jogadores sobrando na linha joseense. 

O Pasteur conseguia afastar o perigo nos metros finais, apostando nos chutes de fundo, mas encontraram o trio de pontas e fullbacks em grande atuação, que não errou durante o jogo e não deu chances para o ataque adversário. Já o Pasteur sofreu no início, com jogadores visivelmente nervosos, permitindo o São José ganhar terreno em mais de uma ocasião ao longo da partida. Tanque desperdiçou um penal, mantendo a igualdade da partida, e em mais um bom avanço da linha joseense, a equipe falhou no último passe para o ponta Caio Costa, que não conseguiu dar continuidade no que seria uma boa oportunidade de try para os atuais campeões. Em sua terceira investida nos chutes, Tanque colocou o São José na frente, placar que se manteria até o fim da etapa inicial.

No segundo tempo, o Pasteur empatou com mais uma cobrança perfeita de Draghi aos cinco minutos, mas seguiu inoperante no jogo de mãos, o que viria a custar caro para o time da capital paulista. O São José chegou ao seu try aos dez minutos, após boa troca de passes do São José, que encontrou Caio Costa livre na ponta para marcar. O Pasteur quase deu o troco no minuto seguinte, em uma grande escapada de Thiago Maihara pela direita, levando o time a 5m do ingoal adversário, mas mesmo com bom trabalho na base, não conseguiram pontuar. A linha do Pasteur não conseguia imprimir velocidade e foi parada pela defesa adversária. O São José quase chegou ao seu segundo try depois de um tackle preciso, que Erick Cogliandro colocou no ataque com um chute, mas não conseguiu dominar a bola e cedeu a posse de bola para o adversário.

Aos vinte minutos, o São José, superior na partida, conseguiu manter seu ritmo forte, retomou a posse de bola depois doe um lineout dentro dos 22m do campo de ataque e chegou ao seu segundo try, com Vinícius, depois da bola passar de mão em mão até a ponta, abrindo a vantagem joseense para dez pontos. O estrago poderia ser maior, pois logo na sequência, o fullback "Pêlo", um dos destaque do dia, avançou pela ponta esquerda saindo de seu campo defensivo até perto dos 5m adversário, contando com o apoio de Saulo, que mergulhou no ingoal, mas pressionado, acabou soltando a bola, desperdiçando uma grande oportunidade. 

Ambas equipes realiaram uma série de alterações que não alteraram a dinâmica da partida. O São José era claramente melhor, e o Pasteur não criava alternativas para reduzir a diferença. Já no último minuto, Tanque acertou mais um penal e definiu a classificação do São José, para mais uma final, podendo garantir o seu terceiro título em sequência.

Sobre a partida, Alexandre Spani, experiente forward joseense, comentou: "Sabíamos que seria um jogo muito duro, a última partida pelo Super 10 havia sido atípica. Acho que tivemos o mérito de manter a calma quando o jogo estava empatado e seguir a nossa proposta de jogo. Agora vamos curtir a vitória hoje e pegar firme nos treinos a partir de amanhã. O SPAC é um grande time, quase ganhou da gente no ano passado."

São José e SPAC  se enfrentam no próximo domingo, às 13h em Embus das Artes, novamente com transmissão do SporTV. Espera-se que sem interrupções dessa vez.

O Portal do Rugby elegeu Elpídio Sgobbi como melhor jogador da partida

Fonte: http://www.portaldorugby.com.br/noticia/25-brasil/5658-sao-jose-vence-e-chega-a-final-do-super-10

Super 10 - Semi Final 1

SPAC Desterro 2012 copiar

O São Paulo Athletic Club se garantiu na grande final do Super 10 - o Campeonato Brasileiro de Rugby - ao bater os catarinenses do Desterro por 14 x 7, em jogo com final emocionante no Estádio Municipal de Embu das Artes. O SPAC não conquista o título nacional desde 1999, e não chegava a uma final desde 2006, quando foi derrotado pelo Rio Branco. Dono de 12 títulos (1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1999), o SPAC é o maior campeão brasileiro. Já o Desterro seguirá com suas 3 conquistas, sendo a última em 2005. A grande final do Super 10 será no dia 30 de setembro, novamente em Embu das Artes.

O SPAC começou melhor a partida, com calma, trabalhando bem a bola com seus avançados. O Desterro se segurou bem no início do prélio, e também fez uso de seus forwards para ganhar terreno, parando na sólida defesa paulistana. A primeira boa oportunidade de abrir o placar foi dos catarinenses, que obtiveram um penal no meio campo. Leo foi para o chute, mas não foi preciso.

Não tardou para os ingleses contra-golpearem mortalmente. Em grande jogada da linha saindo do campo de defesa, Gustavo "Caiçara" serviu com maestria Felipe "Alemão", que correu mais de metade do campo para cravar o primeiro try do jogo a favor do SPAC. Leco chutou bem a conversão, fazendo 7 x 0. Foi o quarto try de Alemão no certame.

O Desterro voltou a insistir pelo meio do campo, buscando ganhar espaço com seus avançados. Mas, a defesa do SPAC se mostrou forte, com Mamute aplicando belo tackle em Ige. A situação virou a favor dos paulistas, que arrancaram um penal no meio campo. Leco optou pelo chute pela lateral, levando a pressão ao campo de defesa catarinense. O SPAC conseguiu bom avanço com seu pack, mas a rígida defesa sulina impediu o try. Fazendo sua linha defensiva subir no momento certo, o Desterro levou o SPAC ao erro, provocando o knock-on de Caiçara em momento crucial. No entanto, na sequência, o árbitro Xavier inverteu o scrum a favor do Desterro por conta de infração, e o SPAC seguiu dentro das 22 do oponente. O time azul cometeu nova penalidade no ataque, e o rubroverdes se safaram.

Os catarinenses se colocaram novamente no ataque, buscando alternar o jogo, querendo encontrar o melhor caminho para superar a forte defesa spaciana. Mas, o time de Floripa cedeu novo penal, e o SPAC, melhor no jogo, voltou ao campo ofensivo. O ataque, contudo, não teve continuidade, com uma penalidade que custou ao time paulista um cartão amarelo, para Caiçara, que vinha muito bem na partida. Com um a mais, o Desterro buscou trabalhar a bola no campo de ataque, mas se precipitou, e pecou no passe. Leco interceptou uma bola no campo de defesa e conseguiu bom arranque. O SPAC trabalhou bem a bola, buscando a ponta. Alemão encontrou Leco, em boa ação, mas o Desterro conseguiu recompor rapidamente sua defesa, se livrando da pressão.

O momento no jogo era melhor para o SPAC, que seguia martelando, mais próximo do segundo try, mesmo com um jogador a menos. Porém, os espaços na defesa spaciana estavam dados, e o Desterro buscou capitalizar sobre a vantagem numérica. Paulão puxou belo contra-ataque, conseguindo boa investida, mas o SPAC foi capaz de manejar sua defesa e deter os rubroverdes. O jogo se equilibrou, com o Desterro se colocando em certa vantagem, e com o SPAC tendo momentos de dificuldade no manejo de bola, por conta da boa pressão defensiva da linha catarinense. 

O Desterro buscou levar a pressão ao campo de ataque por meio de chute, e num deles quase consegue boa sequência, após o erro de Corá. No fim da primeira etapa, o SPAC encaixou sua linha, e Boy quase conseguiu boa investida pela ponta. Intervalo de jogo em 7 x 0 a favor do Clube dos Ingleses. O SPAC se mostrou melhor em campo na primeira etapa, mas o Desterro apresentou uma sólida defesa e contra-ataques perigosos em velocidade.

O SPAC arrancou um penal logo no início da segunda etapa, com Leco fazendo a opção pelo chute para a lateral. O Desterro aliviou a pressão, mas o SPAC seguiu atento à importância dos chutes na partida, e foi premiado. Após o chute longo para o fundo, o fullback catarinense Jackson não foi capaz de se livrar da pressão, sofreu o tackle de Boy e, sem apoio, não deteve o turnover e o try de Caiçara. Leco converteu o tento, fazendo capitais 14 x 0 logo aos 47'. Com mais 2 pontos, Leco se isolou ainda mais na artilharia do Super 10, chegando a 96 pontos anotados.

Os paulistas buscaram novamente a mesma jogada, chutando em profundida para o fullback adversário, e imprimindo rápida pressão. Com isso, o SPAC conseguiu novo contra-golpe perigoso, e por muito pouco não obteve novo try. Com a bola já dentro de seu in-goal, o Desterro cedeu um scrum para o SPAC após Ratão perder o controle da bola e ser obrigado a fazer o touchdown. A defesa de Floripa, no entanto, deu conta do recada, segurando o SPAC.

O Desterro voltou a equilibrar as ações, apostando no seu maul. Grampolo puxou grande contra-ataque, conseguindo ótima investida, levando os catarinenses, enfim, até as 22 dos paulistas. O Desterro pressionou incansavelmente, trabalhando bem a bola com seus avançados, até Amiky deter irregularmente a definição rubroverde, recebendo cartão amarelo. Ige avançou na sequência e caiu para o ensaio. Xavier solicitou o TMO (árbitro de vídeo), e deu o try a Ige, que encabeça a lista de maiores anotadores de tries do Super 10 com nada menos do que 6 ensaios. Paulão converteu o try, colocando o Desterro a apenas 1 try convertido do empate, tendo 17 minutos pela frente.

O momento passou a ser do aguerrido time de Florianópolis, que passou a pressionar fortemente a saída de bola paulistana até conseguir o turnover. No contra-golpe, o Desterro teve uma chance dourada, com uma arrancada que teve quatro atletas rubroverdes contra apenas dois alvicelestes que, contudo, levaram a melhor. O SPAC conseguiu manter o Desterro afastado de sua linha de meta, e arrancou um penal no meio campo, que Leco arriscou aos paus, mas não obteve sucesso.

Com o retorno de Amiky, a situação melhorou para o SPAC, que voltou a trabalhar bem a bola no ataque com seus avançados. No entanto, cientes da necessidade do try convertido, os catarinenses cresceram nos minutos derradeiros da peleja, que foram de tirar o fôlego. Ige enxergou bem o caminho pela ponta, colocando o Desterro dentro das 22. A pressão foi intensa, e o SPAC se segurou brilhantemente em cima de sua linha de try, impedindo o try fatal dos catarinenses. O Desterro apostou em seu pack para matar o jogo, buscando o try no pick and go, ao invés de abrir a bola para a sua linha. A defesa do SPAC se agigantou e levou o Desterro ao erro já nos acréscimos. Vitória suada do SPAC, 14 x 7, e classificação garantida à final, com direito a muita festa e cantoria inglesa. O Desterro caiu lutando bravamente e de cabeça erguida, e agora terá um prêmio de consolação: a disputa pelo terceiro posto.

O Portal do Rugby elegeu Felipe Claro, o "Alemão", como o melhor em campo.

Após o cotejo decisivo, o Portal do Rugby conversou com alguns dos personagens. Daniel "Nativo", do Desterro, ponderou que "em todo jogo desse nível, eu entro para deixar tudo em campo, e sempre espero isso dos meus companheiros. Hoje não foi diferente, demos tudo do que tinhamos. Estou triste pelo resultado, mas não pelo desempenho". Em uma frase, Ale, do SPAC, definiu ofegante o que foi o fim de jogo: "defesa, defesa, defesa, esses cinco minutos finais foram intensos".

Fonte: http://www.portaldorugby.com.br/noticia/25-brasil/5658-sao-jose-vence-e-chega-a-final-do-super-10

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Super 10 nos Momentos Decisivos!


Foram definidos os confrontos das semifinais do Super 10, o Campeonato Brasileiro de Rugby! São José, Pasteur, SPAC e Desterro garantiram as suas vagas no grande evento do dia 23 de setembro. São José x Pasteur e SPAC x Desterro terão transmissão ao vivo do SPORTV, direto do estádio municipal de Embu das Artes, na Grande São Paulo!

As equipes que se deslocaram para as suas partidas de quartas-de-final saíram derrotadas. O Farrapos foi a São Paulo, lutou bravamente, realizando um memorável primeiro tempo, mas não foi páreo para o invicto SPAC, maior campeão nacional, que segue sonhando em quebrar seu jejum de títulos do Campeonato Brasileiro, que se estende desde 1999. 47 x 19 no Clube dos Ingleses.

Em clássico do sul do Brasil, o ascendente Curitiba visitou o Desterro, em Florianópolis, e não conseguiu repetir seu feito da Taça da Amizade. Empartida duríssimo, os catarinenses falaram mais alto, e triunfaram: 19 x 11.

Já o rio Branco se deslocou pouco: foi da capital paulista ao Vale do Paraíba para enfrentar o atual campeão brasileiro, o poderoso São José. Os joseenses não deram chances aos Pelicanos: 36 x 5. Mais uma vez, São José se apresenta como grande candidato ao título, e segue invicto no certame.

Por fim, na Band Arena, em São Paulo, Bandeirantes e Pasteur fizeramo dérbi paulistano, duelo de muita rivalidade que foi uma das semifinais do Super 10 em 2011. Como esperado, por conta das pequenas dimensões do Campo do XI, o jogo se transformou numa verdadeira batalha, de poucos espaços e decidida nos arremates aos H. Quem levou a melhor foi a atual campeão paulista, o Pasteur, que venceu por 15 x 9. Com isso, o Bandeirantes, vice-campeão brasileiro de 2011, está eliminado.

Salvo do rebaixamento
No domingo, o Niterói recebeu o BH Rugby na decisão do 9º lugar. Os fluminenses garantiram uma bela vitória por 31 x 11 e se safaram da rebaixamento. Com a derrota, o BH Rugby (única equipe que não somou pontos na classificação do Super 10) terá pela frente a desafio de enfrentar o campeão da Copa do Brasil, que conta com Tornados Indaiatuba (SP) e Alecrim (RN) como finalistas. 

O jogo será realizado no dia 6 de outubro, e valerá para o BH Rugby a permanência no Super 10. Para o campeão da Copa do Brasil, por outro lado, a partida valerá a inédita promoção à elite do Campeonato Brasileiro.

A grande final da Copa do Brasil será disputada no dia 22 de setembro, em Embu das Artes, antes das semifinais do Super 10.

Super 10
Quartas-de-final
São José 36 X 5 Rio Branco
Local: Teatrão - São José dos Campos, SP

SPAC 47 X 19 Farrapos
Local: SPAC - São Paulo, SP

Bandeirantes 9 X 15 Pasteur
Local: Band Arena - São Paulo, SP

Desterro 19 X 11 Curitiba
Local: Campo da Tapera - Florianópolis, SC

Semifinais - dia 23 de setembro
SPAC x Desterro
São José x Pasteur
Local: Embu das Artes, SP

Disputa pelo 5º lugar - semifinais
Curitiba x Farrapos
Bandeirantes x Rio Branco

Disputa pelo 9º lugar
Niterói 31 x 11 BH Rugby
Local: UFF - Niterói

Disputa rebaixamento/promoção - dia 6 de outubro
BH Rugby x Campeão da Copa do Brasil

Fonte: http://www.portaldorugby.com.br/noticia/25-brasil/5513-super-10-conhece-seus-semifinalistas