Mostrando postagens com marcador Treino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Treino. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de agosto de 2012

RN na Final da Copa do Brasil


No último sábado (25/08), a equipe do Alecrim FC Rugby (do Rio Grande do Norte) recebeu o Goianos RC (de Goiânia) em Natal, no campo da UNI-RN, em partida válida pelas semifinais da Copa do Brasil de Rugby,a segunda divisão do rugby nacional. O Goianos, vice campeão da Copa do Brasil ano passado, vinha como favorito ao jogo, e tinha sua força na sua poderosa linha. O Alecrim, iniciante na competição, apresentava em seus avançados um grande volume de jogo. Em jogo, uma vaga na final da competição contra o Tornados de Indaiatuba, de São Paulo, a ser disputada no dia 22 de setembro.

Às 15h em ponto o árbitro Bruno Lisbão apitou o início do jogo. O Alecrim começou chutando e iniciou o jogo num ritmo muito forte, querendo definir o jogo nos primeiros minutos da partida. Aos 5 minutos, após um erro cometido pela equipe goiana, a bola chegou até a ponta da equipe potiguar, e Leônidas aproveitou para anotar os primeiros 5 pontos do jogo. Try não convertido pelo fullback Pancho.

Após o try, o Goianos acordou para o jogo e passou a utilizar sua forte linha para pressionar a defesa alecrinense. E de tanto insistir alcançou o try. Aos 20 minutos, o segundo centro Anderson Fernandes, o Dandão, recebeu passe da linha e furou a defesa potiguar, apoiando a bola nomeio dos postes. Porém, o chute não foi convertido, e as equipes tiveram pausa para hidratação em 5 x 5.

Passada a pausa, as equipes voltaram mais cautelosas, e o jogo ficou bastante disputando no meio de campo, com os fullbacks alternando chutes. As equipes demonstravam muita eficiência nos tackles, e os rucks foram bem disputados. Porém, os dois lados cometiam erros com a bola na mão, proporcionando inúmeros scrums. Próximo do fim do primeiro tempo, após um lateral, o scrum-half Davide recebeu cartão amarelo por agressão, e o Alecrim terminou o primeiro tempo sob pressão.

O Alecrim começou o segundo tempo com grande volume de jogo. Aos 52', após inúmeras fases pelo lado direito do campo com os avançados, a bola voltou rapidamente até a ponta, e o fullback Pancho estava a poucos metros do try quando recebeu um tackle alto. Penal try para o Alecrim e cartão amarelo para o ponta Paulinho, do Goianos. Pancho não teve dificuldades para converter o chute. 12 x 5 para o Alecrim.

Após o try potiguar, o Goianos foi com tudo para o ataque, fazendo algumas substituições na equipe. Aos 60', a equipe Goiana teve um penal aos 5 metros e por muito pouco não chegou ao try. A equipe alecrinense apresentou uma defesa sólida, não dando espaços para o ataque goiano. Destaque para a terceira linha alecrinense, que protegeu muito bem a linha potiguar, e também para a torcida, que passou a empurrar a equipe nos minutos finais.

Aos 70 minutos, o segunda linha Júlio Medeiros, do Alecrim, e o segundo centro Dandão, do Goianos, se envolveram em uma confusão e receberam cartão amarelo. Os últimos 10 minutos de jogo foram dramáticos. A equipe de Goiânia tentava desesperadamente encontrar o try, enquanto o Alecrim defendia bravamente em seu campo. Mostrando um pouco de desespero nas decisões, o Goianos falhava na última bola. Próximo do fim do jogo, o Alecrim conseguiu aliviara pressão e entra nos 5 metros da equipe goiana. O scrum para os goianos girou e a bola saiu pela lateral. Fim de jogo e festa da torcida alviverde.

Os destaques do jogo foram o fullback Pancho e o asa Diego pelo Alecrim, e o segundo centro Dandão e o asa Marcos Flores pelo Goianos. Depois do jogo, as equipes se encontraram para um excelente terceiro tempo.

Fonte:http://www.portaldorugby.com.br/noticia/25-brasil/5475-potiguares-vencem-os-goianos-e-disputam-a-final-da-copa-dobrasil

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Suplementação para articulações saudáveis



Problemas articulares (artrite, artrose, etc) são os males mais comuns para atletas e ex-atletas de modalidades esportivas que geram muito impacto. Um estudo feito na Austrália revelou a incrível estatística de que 60% dos atletas de rugby terão algum problema articular após os 45 anos de idade, problemas crônicos ou seja, irreversíveis, onde a única via de tratamento se dá através de procedimentos para atenuar os sintomas com medidas paliativas como aplicação de antiinflamatórios e atividades físicas que não gerem impacto para a articulação. A ocorrencia destes se dá por vários motivos, um deles é o contato físico existente na modalidade, as articulações são sobrecarregadas pela grande quantidade de impacto a que são submetidas.

Isto pode ser tratado e até mesmo prevenido, estudos apontam que substancias como Condroitina e Glucosamina atuam de forma eficaz nesta área, pois conseguir manter nossas articulações resistentes e saudáveis através da lubrificação e restauração dos tecidos de conectividade.

Pontuações e as funções de cada posição do rugby


TRY é a pontuação máxima do jogo e vale 5 pontos. Para marcar um try, os jogadores devem levar a bola até a linha de fundo do campo adversário e apoiá-la no chão. Essa é a única maneira de se pontuar usando as mãos. Todo try marcado dá direito a um chute em direção aos postes, que quando convertido (o chute deve passar entre as traves e por cima do travessão) vale mais 2 pontos. Dizemos que um try convertido vale 7 pontos.

Outras duas maneiras de se pontuar são através da utilização dos os pés. A mais comum acontece depois de uma falta grave, o Penal. Esta infração é marcada quando existe alguma falta disciplinar grave, agressão física, ou atitude de anti-jogo. A equipe favorecida com o penal pode solicitar ao árbitro da partida a possibilidade de chutar para os postes. O árbitro sinaliza que haverá um chute e neste momento todos aguardam a cobrança. O jogador deve posicionar a bola no ponto onde o árbitro marcou a falta e chutá-la em direção aos postes. Caso a bola passe por cima do travessão e entre as traves a equipe receberá mais 3 pontos.

domingo, 31 de julho de 2011

Overtraining no Rugby


Overtraining é o termo usado para designar o excesso de treinamento. Ocorre quando a pessoa treina de forma inadequada, não respeitando os intervalos ou tempo de recuperação, o que acaba sendo muito comum em modalidades esportivas da alta intensidade como o Rugby, as conseqüências do overtraining podem ser devastadoras para um atleta e podem levar o mesmo a queda de rendimento, força e principalmente lesões.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dicionário Rugby



A origem inglesa do Rugby evidentemente, deu ao esporte, o inglês como idioma oficial.  Por isso, as expressões caras ao jogo são provenientes do idioma inglês, o que de certa forma, atrapalha na compreensão de alguns aspectos importantes do jogo.
O futebol ainda mais antigo do que o Rugby – e de onde esse último se origina – teve uma difusão muito grande no Brasil, assim, as expressões do esporte tiveram tempo de ser assimiladas e “abrasileiradas”.
Como os dois esportes são “primos”, algumas caraterísticas os aproximam. Deste modo, usaremos, quando possível, o futebol como referência para esclarecer melhor o significado e sentido de algumas expressões do Rugby.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Esportividade x Competitividade


Não há como se negar o fato de que em qualquer tipo de modalidade esportiva exista a conhecida competitividade correndo paralelamente com a esportividade tanto nas modalidades esportivas individuais quanto nas formadas por equipes.
A busca pelo resultado torna-se principal motivo pelo qual qualquer ser humano pratique esportes. Por mais que, a princípio, o resultado não seja necessariamente o objetivo principal, esse resultado torna-se a motivação do esporte.
Entretanto, a questão principal não é essa, mas, onde fica a diferença entre esportividade e competitividade? Até onde a busca pelo resultado individual pode afetar o trabalho do indivíduo ou da equipe?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Que é Canelite?


Depois do início dos nosso treinos há algumas semanas, praticamente todos os jogadores reclamaram da carga de treinamentos, do cansaço, dos arranhões e de algumas situações as quais somos submetidos durante os treinamentos físicos.

Entretanto, há um ponto para o qual todos nós estamos convergindo em concordar: não há pior consequencia dos nosso treinos do que aquela maldita dor no meio da canela, a qual, no ínicio, demos o apelido se “Síndrome da Platina Fantasma”.

Essa dor desgraçada diminui o rendimento, atrapalha a concentração e, semsombra de dúvidas, se tornou a inimiga número um do Caicó Rugby Clube. Porém, mesmo aparecendo de forma constante, quase nada sabíamos sobre ela.

Essa dor na canela – ou como chamamos “Síndrome da Platina Fantasma” –  trata-se realmente uma síndrome. E é cientificamente chamada de Síndrome do Estresse do Medial Tibial ou Periostite Medial da Tíbia, conhecida popularmente como “canelite”, sendo comum em atletas que praticam esportes como futebol, tênis, ciclismo, corrida, etc. 

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ESTAR OU SER TREINADOR?


Treinar uma equipe pode ser uma experiência rica e satisfatória, mas é também uma responsabilidade muito grande. O treinador de uma equipe, seja ela de qualquer modalidade a qual pertença, tem que se preocupar com muitos fatores inerentes ao cargo, o simples fato de ser conhecedor das regras oficiais e a repetição de educativos de movimentos padronizados não são o bastante para se seguir nesta empreitada. O treinador de rugby antes de tudo deve ter convicção do que faz e ter humildade para perceber o que se passa com sua equipe, conhecer cada um dos seus atletas, podendo auxiliá-los a ter confiança no sucesso, não apenas no rugby, mas também na sua vida pessoal.

            Este papel de treinador varia muito dependendo do nível em que sua equipe compete. O nível de iniciação e introdução diz respeito ao desenvolvimento de atletas –técnica e pessoalmente – já no extremo oposto o nível de competição internacional o treinador é responsável pela seleção da equipe, desempenho e resultados. Este papel se dá em uma via dupla onde o treinador também deve estar atento para sempre se manter em constante pesquisa e aprimoramento, você nunca para de aprender, sempre olhamos para todos os ângulos e imaginamos onde poderíamos melhorar, não importa quanto.